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Ai de Mim

23
Jul18

1 fim de semana. 2 festivais.

Até me sinto uma festivaleira, o que acabou por ser a minha realidade durante estes 2 dias.

Uma das minhas paragens já estava planeada há muito tempo, mesmo antes de os bilhetes estarem à venda. A outra foi inesperada, mas uma agradável surpresa.

 

A tarde de sábado foi então passada no MEO Marés Vivas.

Esta era a presença que já estava assegurada muito tempo antes de estarem os bilhetes à venda. Isto porque os Kodaline já cá tinham estado 2 vezes e eu ainda não os tinha ido ver. Conheci-os bem antes de serem uma banda com músicas a passar na rádio e isso deixa-me (estupidamente) orgulhosa. 

Apercebi-me que ir a um festival não é caro apenas pelo bilhete, não estás autorizado a levar comida e depois tens que consumir alimentos não muito saudáveis a valores que não lembram ao menino Jesus. E as bebidas (minha nossa), ainda gostava de perceber como é que há quem se consiga embebedar nestes eventos.

Como queria estar num lugar nem muito perto nem muito longe do palco, tive que assistir aos dois concertos anteriores ao dos Kodaline. Um desses concertos foi o da Carolina Deslandes e é fantástico ver aquela "meio metro metro de gente" - com todo o respeito - a encher o palco daquela forma.

(Carolina, se por acaso te cruzares com este texto ficas desde já a saber que o teu momento "Deslandes" foi o concerto todo e não apenas a última música)

Assisti ao 2.º concerto e no final apareceram por lá 3 dos 4 caramelos que me fazem companhia enquanto conduzo para o trabalho.

E entretanto chega o momento pelo qual tanto esperei. E a única coisa que me ocorre para definir o que ali se passou é que se eu já gostava dos Kodaline, passei a gostar ainda mais. Não sei dizer mais nada, e o que disse parece-me mais do que suficiente.

 

Kodaline

Não assisti ao último concerto, por isso é agora que podem ficar escandalizados.

 

Domingo, dia de ir à missa. Dormi até meio da manhã e de tarde fui para Amarante, ao Mimo.

Este festival já é realizado há 15 anos e eu nunca tinha ouvido falar dele - só para terem noção do quão festivaleira eu sou.

Lá fui eu com o mais-do-que-tudo.

Mais uma vez tenho que falar do valor das comidas e bebidas. Fiquei escandalizada quando vi que num dos locais estavam a vender uma garrafa de água de 0,33L por 1,5€. Que agressividade.

Mas ali o ambiente não tem nada a ver. É o ambiente de festival que eu sempre tive como conceito. Não estou a dizer que o Marés não teve um bom ambiente, porque teve, mas o Mimo foi qualquer coisa... Palcos espalhados pela cidade, pessoas a passear pela rua, grupos de amigos sentados no chão a tocar flauta enquanto esperam pelo concerto, casais a aproveitarem as esplanadas dos cafés e o Tâmega ali a levar o seu caminho até se encontrar com o Douro.

 

Festival Mimo

Temos um pouco de todo o mundo aqui neste nosso jardim à beira-mar plantado. 

Portugal pode ter ainda muito para evoluir, muito para aprender e muitas mentalidades para mudar. Ainda assim, digo-vos com toda a franqueza, Ai de Mim se tinha nascido noutro país.

 

Nota: não sei como é que hoje consegui sair da cama para ir trabalhar.

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